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Supera-TE

Supera-TE

Ainda em setembro houve outra comemoração

Já aqui tinha referido que setembro é um mês especial no que diz respeito a comemorações. Para além do meu aniversário, para além de ser o mês que comemoro o dom da vida é também o mês que cá em casa celebramos a nossa união. O mês termina com uma comemoração a dois, daquele que foi sem dúvida um dia muito especial nas nossas vidas em que celebramos o amor perante a família e amigos. Este ano fomos comemorar para uma cidade, para onde fugimos sempre que podemos, pois tem tudo a ver connosco e onde não nos importávamos mesmo nada de morar. Fomos para Lisboa, mais concretamente ao Street Eat Festival. Nada de programa romântico, tipo filme de domingo em dia de chuva, mas mesmo a nossa onda e isso, sem dúvida, que é o mais importante. O conceito do festival é super interessante, podem espreitar aqui. O dia estava para lá de fantástico: sol , calor, o Tejo a fazer de cenário e nós, claro! A melhor companhia para a comemoração em questão. E já que estávamos pelos Jardins de Belém aproveitámos também para visitar o Museu da Eletricidade que está mesmo ali ao lado. Foi um dia muito bem passado para celebrar o sétimo aniversário de casamento. O melhor da vida não tem preço, o melhor da vida está em cada um de nós. Que muitos mais anos juntos acrescentemos sempre com muito amor, alegria, respeito, compreensão e dedicação.

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 créditos da imagem @IL

Mais um ano de vida

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                                                                                                                                                                   créditos da imagem @IL

 

Mais um ano de vida. Mais um ano a comemorar o que há de mais belo: a vida e estar viva. Esta semana somei mais um aninho, no entanto, confesso que nas primeiras horas do dia não me apetecia nada comemorar. Parecia uma atualização automática iniciada, após as 0 horas apoderou-se de mim uma tristeza, uma melancolia ou sei lá o que foi aquilo que senti… Mas ainda há maridos fofinhos que tentam minimizar a coisa, obrigada my love.

Lembro-me de ter 10 ou 11 anos, década de 90, e falava-se que o mundo acabaria no ano 2000. Eu na minha patética inocência acreditava no ditado popular " A 2000 chegarás, mas de 2000 não passarás". Era um ditado que irritava-me solenemente porque achava que era injusto chegar ao ano 2000 com 18 anos e não passar dali. Quer dizer, os 18 anos é aquela idade por que toda a gente espera para tirar a carta, sair à noite, beber uns copos, fazer o que bem quer e apetece sem dar satisfação aos papás (acha eu que seria assim, mas o meu pai depressa chamou-me ao mundo real) e de repente vem o fim do mundo, assim, na flor da idade. Quer dizer ninguém merece!!! Então, ainda na minha patética inocência dos 10/ 11 anos de idade pensava, já que o mundo vai acabar quando eu tiver 18 aninhos, tenho que casar aos 16, para conseguir ter um filho, pelo menos, antes dos 18 anos, antes do BUUUUUM mundial. Só eu!!!

Graças a Deus que o mundo não acabou no ano 2000, nem casei, muito menos tive filhos aos 16 anos de idade.

Aos 16 e aos 18 anos, já tinha maturidade suficiente para entender que a minha vida seria bastante complicada se o casamento e o filho tivessem surgido nessa altura. Nessa idade, um dos meus objetivos de vida, era tirar um curso, trabalhar para a minha realização profissional. Formei-me na área que quis, casei-me, mas a realização profissional está longe de estar concretizada.

Hoje, ao completar 34 anos agonia-me pensar que em setembro, no meu mês, no único mês que tenho para comemorar o dom da vida, tenha que estar ansiosa pela profissão que escolhi.

Talvez por isso, a minha atualização automática tenha sido efetuada com algum custo e me doa pensar que terei que saltar fora e ver que há uma vida para ser desfrutada para lá desta profissão. Tenho que SUPERAR esta opção menos acertada, eu sei que tenho. Comemorar o aniversário no mês de setembro e ser professora em Portugal não é compatível.

 

 

Setembro...

 

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                                                                                                                                                                         créditos de imagem @IL

 Setembro...

Para mim o mês de setembro é tanta coisa.

Coisas boas, coisas muito boas e coisas menos boas.

Chamo-lhes de "coisas" porque na realidade não sei onde arrumar esta grande salada russa. Começo a achar que, por um lado, não escolhi a profissão certa, tendo em conta que é um mês que acarreta bastante ansiedade profissional e, por outro, é o mês de dois aniversários muito importantes para mim.

É horrível viver nesta dualidade de sensações: tentar dominar a ansiedade e o nervosismo e saber que quero e tenho que estar bem, pois a vida são dois dias e há que celebrar e agradecer datas tão especiais.

Setembro, o que quer que tragas, traz-me acima de tudo muita, muita paz e já agora, que sejas breve e leve.

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